A instabilidade categorial dos constituintes morfológicos : evidência a favor do continuum composição-derivação

Abstract

RESUMO Neste artigo, discutimos o estatuto dos seguintes elementos morfológicos frequentemente usados na formação de novas palavras no português brasileiro: afixoides (bio-combustível, eco-sustentabilidade), splinters (choco-tone; sogra-drasta) e xenoconstituintes (cyber-café; e-professor). Ao longo do texto, observamos em que medida esses constituintes se comportam como radicais e em que aspectos equivalem a afixos. Pretendemos, com isso, justificar a proposta de continuum defendida por (Baker, 2000) e (Ralli, 2007), ao mesmo tempo em que demonstramos que outras unidades morfológicas, além de radicais e afixos, devem fazer parte dessa escala.

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Autori: Carlos Alexandre Gonçalves iD ORCID 0000-0003-3672-3852 (Universidade Federal do Rio de Janeiro); Katia Emmerick Andrade (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
Pubblicato in: DELTA Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada, vol. 32, n. 2, pp. 261-294
Data di pubblicazione:08/06/2016
Editore:Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Tipo di documento:Articolo
Lingua:portoghese
DOI: 10.1590/0102-445017774704125808
ISSN:0102-4450, 1678-460X
Accesso aperto: Accesso aperto Diamond: rivista aperta senza costi per autori e lettori – DELTA Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada (licenza: CC-BY, versione editoriale)
Citazioni ricevute:1
Soggetti:
Syntax, Semantics, Linguistic Variation (Social Sciences > Arts and Humanities > Language and Linguistics)
Linguistics and Language Studies (Social Sciences > Arts and Humanities > Language and Linguistics)
Linguistics, Language Diversity, and Identity (Social Sciences > Arts and Humanities > Language and Linguistics)
Identificativi: OpenAlex W2414601312

Dati dell'indice centrale: OpenAlex (licenza CC0).

Descrizione
Riassunto:RESUMO Neste artigo, discutimos o estatuto dos seguintes elementos morfológicos frequentemente usados na formação de novas palavras no português brasileiro: afixoides (bio-combustível, eco-sustentabilidade), splinters (choco-tone; sogra-drasta) e xenoconstituintes (cyber-café; e-professor). Ao longo do texto, observamos em que medida esses constituintes se comportam como radicais e em que aspectos equivalem a afixos. Pretendemos, com isso, justificar a proposta de continuum defendida por (Baker, 2000) e (Ralli, 2007), ao mesmo tempo em que demonstramos que outras unidades morfológicas, além de radicais e afixos, devem fazer parte dessa escala.
ISSN:0102-4450
1678-460X
DOI:10.1590/0102-445017774704125808