TEORIAS COSMOLÓGICAS NO ESTOICISMO ANTIGO

Abstract

O presente estudo descreve algumas das principais teses explicativas do sistema do Universo, tal como foi entendido pelos primeiros Estóicos. Se, num primeiro momento, a sua visão se integra em modelos gregos precedentes (no que respeita à sua génese, estrutura, modo de conservação), outros aspectos divergentes há que merecem a nossa atenção. Incorporando uma tradição muito disseminada no Antigo Oriente, da Índia ao mundo árabe e à Mesopotâmia, sobressai a sua teoria da conflagração universal e o conceito de periodicidade cósmica, segundo o qual o Universo se encontra submetido a um eterno movimento de mortes e restaurações. Igualmente de salientar, contra o modelo platónico-aristotélico, é a sua defesa do vazio extra-cósmico que serviu de base ao desenvolvimento de teorias físicas de carácter estritamente estóico.

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Autori: Gabriela Mattos Baião (University of Lisbon)
Pubblicato in: Dissertatio, vol. 31, pp. 207
Data di pubblicazione:01/07/2010
Editore:Federal University of Pelotas
Tipo di documento:Articolo
Lingua:portoghese
DOI: 10.15210/dissertatio.v31i0.8788
ISSN:1413-9448, 1983-8891
Accesso aperto: Accesso aperto Diamond: rivista aperta senza costi per autori e lettori – Dissertatio (licenza: CC-BY, versione editoriale)
Soggetti:
Classical Philosophy and Thought (Social Sciences > Arts and Humanities > Philosophy)
Historical Philosophy and Science (Social Sciences > Arts and Humanities > History and Philosophy of Science)
Historical, Religious, and Philosophical Studies (Social Sciences > Arts and Humanities > Archeology)
Identificativi: OpenAlex W2191301053

Dati dell'indice centrale: OpenAlex (licenza CC0).

Descrizione
Riassunto:O presente estudo descreve algumas das principais teses explicativas do sistema do Universo, tal como foi entendido pelos primeiros Estóicos. Se, num primeiro momento, a sua visão se integra em modelos gregos precedentes (no que respeita à sua génese, estrutura, modo de conservação), outros aspectos divergentes há que merecem a nossa atenção. Incorporando uma tradição muito disseminada no Antigo Oriente, da Índia ao mundo árabe e à Mesopotâmia, sobressai a sua teoria da conflagração universal e o conceito de periodicidade cósmica, segundo o qual o Universo se encontra submetido a um eterno movimento de mortes e restaurações. Igualmente de salientar, contra o modelo platónico-aristotélico, é a sua defesa do vazio extra-cósmico que serviu de base ao desenvolvimento de teorias físicas de carácter estritamente estóico.
ISSN:1413-9448
1983-8891
DOI:10.15210/dissertatio.v31i0.8788